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Milhares de servidores da área da Segurança Pública fizeram uma manifestação em frente à Assembleia Legislativa (Alerj), no Centro do Rio, na manhã da terça-feira, dia 08/11. O protesto contou com a presença de funcionários públicos de várias categorias contra o pacote de “maldades”, apresentado pelo governo.
“Acabou o caô, isso aqui vai virar um inferno”, gritaram os manifestantes. Com faixas e cartazes, os funcionários criticaram as duras medidas que o governo levou para votação na Alerj e pediram mais respeito às categorias. Dezenas de servidores estavam nas escadarias da Casa. O projeto começa a ser discutido no dia 16.
Uma comissão de oficiais e praças estiveram dentro da Alerj conversando com deputados. O objetivo era abrir um canal de diálogo com os parlamentares e preservar direitos dos PMs.
O último ato unificado das três categorias — polícias civil, militar e bombeiros — aconteceu em 2012, quando houve prisões de manifestantes no governo Sérgio Cabral (PMDB).
Na quarta-feira (9/11), os servidores estaduais do Rio de Janeiro voltaram a protestar em frente à Assembleia Legislativa. E, de acordo com o UOL, os manifestantes, que em sua maioria são da área de Segurança, foram recebidos nesta quarta com bombas de gás lacrimogêneo, disparadas pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar.
A reação violenta foi motivada pelo próprio governador, que ficou furioso com a invasão à Alerj na terça-feira (8). “Nem na ditadura militar houve uma proibição de que um Legislativo discutisse alguma proposta. Isso de baderna e quebrar o parlamento não é coisa de funcionário público”, disse o peemedebista.