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Acidente aéreo com a Chapecoense

Publicado por Site da Segurança

O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29), informam autoridades colombianas.

Qual foi o motivo do acidente?
Os motivos do acidente ainda são desconhecidos. A imprensa colombiana chegou a cogitar possível falta de combustível como causa do acidente, mas também informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair.

O diretor da Aeronática Civil, Alfredo Bocanegra, afirmou à Rádio Nacional de Colômbia que, apesar do mau tempo no momento do acidente, o aeroporto funcionava normalmente e outros aviões pousaram sem transtornos. Portanto, segundo ele, foram falhas elétricas que causaram a queda da aeronave. “O piloto reportou falhas elétricas graves à torre de controle do aeroporto”, afirmou à rádio.

O serviço de acompanhamento de voos Flightradar24 disse no Twitter que o último sinal do voo 2933 foi recebido quando a aeronave estava a 15.500 pés.

O avião Avro RJ85 foi fabricado por uma empresa que atualmente faz parte da britânica BAE Systems.

Por que a Anac vetou o fretamento do voo que levaria o time da Chapecoense para Medellín?

A equipe da Chapecoense embarcaria para Medellín, na Colômbia, nesta segunda-feira (28), em um voo fretado partindo do aeroporto de Guarulhos. No entanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vetou o fretamento, e o planejamento foi alterado, segundo o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon.

“Esse avião teve um pedido de voo indeferido da Anac porque há acordos internacionais que quando há um fretamento de uma equipe – no caso – brasileira, ou é para o destino, uma empresa colombiana ou uma empresa brasileira. Por causa desse impasse, esse avião acabou esperando lá em Santa Cruz [de la Sierra]. A equipe brasileira embarcou aqui [em São Paulo] por volta de 16h, atrasado, em um voo regular da Boa, uma empresa  boliviana regular, chegando lá em Santa Cruz, eles fizeram o traslado para [esse voo]”.

Em nota, a ANAC confirmou que foi solicitado voo da empresa boliviana Lamia Corporation para transporte do time de futebol Chapecoense para a Colômbia e que o pedido foi negado com base no Código Brasileiro de Aeronáutica e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países.

“O acordo com a Bolívia, no caso, não prevê operações tais como a solicitada. O solicitante foi avisado, na negativa, que a operação só poderia ser realizada por empresa brasileira ou colombiana, nos termos dos acordos internacionais em vigor. A ANAC se solidariza com os familiares.”

Quantos sobreviveram até agora?
Segundo a Aeronáutica Civil da Colômbia, os seis sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Neto e Follmann, o jornalista Rafael Henzel e os comissários de bordo Erwin Tumiri e Ximena Suarez. O goleiro Danilo havia sido resgatado com vida, mas morreu no hospital, segundo a Cruz Vermelha.

De acordo com informações da repórter Lívia Laranjeira no Bom Dia Brasil, o zagueiro Neto chegou em estado crítico ao hospital.

Fonte: G1

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